sábado, 30 de agosto de 2008

Mapeamento



Resolvi fazer o mapeamento da sala do DA, na montagem é destacada a luminosidade vinda da área externa à sala (o pátio), o que deixa o ambiente muito claro, principalmente por volta das 11h, 12h, 13h, quando a sala fica cheia
(Foto original) de pessoas saindo das aulas ou voltando do almoço. Nesta hora o uso dos "pufes" e dos sofás é grande, pois muitos aproveitam para tirar um "cochilinho", descansar, ou só mesmo pra sentar e conversar com os colegas, no caso da foto pra tocar o violão do DA.




sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Mais Photoshop

Depois das criticas está aí o trabalho final

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Real, montado ou editado?

http://blog.uncovering.org/archives/2007/05/fotografia_phot.html

É interessante... valorizamos a beleza, mas qual beleza? A verdadeira ou a editada em programas como Photoshop? Vivemos num mundo de ilusões gráficas em que ao vermos fotos, principalmente de famosos em revistas, não sabemos se eles realmente são daquela maneira. A necessidade de se buscar a perfeição faz com que suas fotos sejam mudadas até ficarem com aquela imagem ideal, procurada pelo fotografo, mas que não aconteceu.
Muito diferente do que acontecia antes, quando as fotos eram tiradas em máquinas de filme e podíamos ter certeza de que o que estava na foto era a representação real do que foi visto. A revelação era algo que exigia trabalho e dedicação e por incrível que parece tinhamos fotos mais bonitas, mostrando a verdadeira beleza da imagem e até acessíveis a todos(tudo bem que os filmes eram caros e que não se podia tirar muitas fotos, mas existiam cameras de uma qualidade razoável por ate R$30,00 e não precisa-se de um computador para visualizar as fotos). Mas é quase certo que hoje em dia todos tem uma camera digital nas mãos, mas será que elas substituem tão bem aquelas fotos de antigamente? Será que seremos tomados pelo mundo digitalmente editado?

3xn






3xn é uma empresa dinamarquesa de arquitetura com 20 anos de história que elabora construções maravilhosas que já venceram diversas competições. Possui 6 sócios e o principal arquiteto é Kim Herforth Nielsen.
Para apresentar seus projetos utilizam diversos meios como fotografias, maquetes e montagens computadorizadas.
É o que acontece ao projeto do Centro Cultural Utrecht. Em seu projeto inovador temos moradias, cinemas, teatros e salas públicas, além de restaurantes e lanchonetes. O projeto visa valorizar a vizinhança entorno do centro cultural e não afetar o tráfego de pessoas pelo local.
Para representá-lo fizeram desenhos simples mostrando como chegaram a forma do prédio, maquetes para mostrar o interior dos andares e montagens mostrando a estética final da construção.
Maneiras criativas e eficientes de mostrar o que querem fazer.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Preparação...








(Fotos da criação da performance para a aula de plástica)

VIK MUNIZ

Vik Muniz é um artista brasileiro, nasceu em São Paulo em 1961, fez Publicidade na FAAP e aos 22 anos decidiu se mudar para os Estados Unidos e fazer sua carreira lá. Considera-se um artista norte americano pelo fato do país ter lhe oferecido melhores oportunidades.

Já expôs no MAM de São Paulo e do Rio de Janeiro, na Bienal de Veneza, e em outras diversas galerias de arte pelo país e no mundo. Foi também o primeiro artista brasileiro a ganhar exposição individual no Whitney Museum of American Art, uma instituição que privilegia apenas artistas contemporâneos nascidos nos Estados Unidos. Possui obras suas também no Metropolitan e no MoMa, Museum of Modern Art, todos de Nova York.

Seus trabalhos são inusitados, como as figuras feitas a partir de geleia ou chocolate, sucata e brinquedos e posteriormente fotografadas. Uma dessas obras feita de chocolate, representando uma multidão em Nova York foi reinterpretado no Centro Empresarial Itaúsa, em São Paulo, formando um gigantesco painel de 70m na entrada do prédio, feito com pastilhas de vidro. A maioria de de suas obras a um primeiro olhar pode parecer uma coisa, e quando realmente a analisamos é outra. É o que acontece com o mural, de perto as imagens não são tão bem vistas mas de longe você consegue ver a obra completa.
Vik Muniz esta no auge, cada uma de suas fotografias tem a tiragem de mais ou menos 12, e podem chegar a valer algo entre $5 mil e $30 mil.

"A obra de ViK Muniz possui um lugar muito importante na fotografia recente porque foge do contexto da fotografia no sentido estrito para se afirmar no campo mais lato da arte contemporânea e nesta, na questão da relação entre imagens e o seu processo crítico. As suas imagens, resultado de um longo processo criativo, de reflexão e selecção, nunca abdicam de um carácter radicalmente sedutor enquanto imagens, mas são sempre orientadas por um sentido crítico dirigido ao mundo da arte, do coleccionismo, da necessidade de posse (...)" Albano da Silva Pereira

(Vik ao lado de suas obras durante exposição)