sábado, 27 de setembro de 2008

Criticas ao objeto interativo de Patricia Nardini e evolução do de Anielle Freitas

Construção do sistema de LEDs e acionamento
Protótipo do tapete pronto
Protótipo em funcionamento
O objeto ficou pronto. Transformou-se num tapete com forma ameboide que ao pisar acionaria o sistema de iluminação, iluminando o ambiente e o chão, facilitando encontrar-se num cômodo escuro.
Fiquei super orgulhosa de mim por ter conseguido faze-lo como queria, mas como falado pelos professores na apresentação das maquetes/protótipos não será mais necessário a construção do modelo em tamanho real, pois houve uma mudança no direcionamento do trabalho.

Objeto de Patrícia Nardini

O objeto da Patrícia consistia num conjunto de 3 despertadores em sincronia com sistemas de iluminação embutidos e articulados entre si. Ao tocar acenderia a sua respectiva luz, fazendo com que o usuário ficasse incomodado com a luz e fosse obrigado a desligá-lo. Para desliga-lo seria necessario dar uma "porrada" na parte superior do despertador.

A ideia é interessante, mas cai na monotonia por ser apenas um desenvolvimento de design, já que os sistemas ja existem por si só, e a junção de 3 despertadores acaba sendo desnecessaria já que existe a função soneca em qualquer despertador encontrado no mercado. A ideia para o deligamento do aparelho que é interessante já que não seria necessário ficar procurando o botãozinho de liga/desliga. A articulação da maneira como foi pensada também seria super interessante, diferente da apresentada na maquete, pois poderiamos mudar sua forma. Porém não vi como este objeto aumentaria minhas experiencias com a arquitetura nem com as atividades do dia-a-dia, já que suas funções já existem e são limitadas.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Um objeto interativo

Pois então, o que seria a interatividade?Achei um texto interessantíssimo por ae na internet de autoria de uma Bruna Comin, não sei quem é, nem é uma pessoa famosa, mas o texto é divertido e aborda a interatividade de modo muito peculiar.http://ricfigueira.blogspot.com/2007/08/o-que-interatividade-pra-voc.html
Mas vamos a interatividade arquitetônica. Apagar a luz, ligar o som, mover paredes, o que mais seria possível? Em que poderíamos aumentar nossas sensações e percepções do espaço no nosso dia-a-dia? E foi isso que nos foi pedido. Um objeto. Que seja interativo, com circuitos elétricos e que aumente sua experiência do espaço.
Discutimos em sala algumas coisas que ajudariam em nosso dia a dia, como um chuveiro que calculasse o dinheiro gasto num banho, paredes móveis, paredes que mudassem de cor de acordo com sua escolha, uma coberta que se adequasse a sua temperatura e a do tempo e assim foi. Alguns objetos que queríamos criar já existiam, e pediram a nossa ideia.
E logo de cara já me veio uma que é a que estou trabalhando e aprimorando.Sabe quando você acorda a noite e tá tudo escuro e você não acha o interruptor da luz por nada? Ou então vai ao banheiro e acontece a mesma coisa? Então, não seria extremamente interessante se você pudesse ter um tapete que acionasse as luzes? E será isso que desenvolverei. A ideia inicial consistia num tapete com um sensor simples ao toque que ao pisar acionaria a luz do quarto gradualmente de acordo com a escuridão do lugar, ou que tivesse uma lâmpada que você pudesse move-la para onde quiser, onde houver necessidade. Mas pediram para expandir a ideia. Conversando então com os colegas e com os monitores do laboratório cheguei a conclusão que seria mais interessante as luzes no "tapete", só que ficaria meio inviável, pois se correria o risco de quebrar as lâmpadas ao pisar nele. Com isso a ideia "pulou" para um piso elevado, como uma mini plataforma, baixa, mas de maneira que não quebre os LEDs, que vão substituir as lâmpadas do projeto inicial, quando pisar nela. Será dotada de LEDs de 3 cores acionados de 3 botões diferentes embutidos no piso, que terá molas para que haja a deformação suficiente para "apertar" os botões e depois voltar ao seu estado original. A luz será dosada a partir de um LDR, que controla a intensidade da luz de acordo com o grau de escuridão.A ideia tem potencial, como dizem os professores, resta saber se vai funcionar e se vão gostar.Depois postarei os croquis do protótipo, e o estudo dos materiais.
Conversando hoje com os professores voltei a ideia inicial do sistema de acionamento, que é o de espuma super simples, mas tentando colocar a ideia dos LEDs no piso. Só falta saber como agora. O tapete também aumentou de tamanho e vai abrangir toda a extensão da lateral da cama.

BASQUIAT, BLU e BANSKY

Discutindo sobre a Bienal do Grafite que ocorreu em Belo Horizonte neste mês, começamos a falar sobre alguns grafiteiros e sobre como a arte do grafite é classificada e vista hoje em dia.Ela está perdendo seu contexto marginal e virando obra de galeria? Ou é apenas uma tentativa de aceitação e inserção no espaço?Qualquer que seja a resposta o grafite vem ganhando seu espaço e conquistando adeptos e admiradores.
Então o Cristiano nos falou de 3 grafiteiros em especial que estão na cena atual e que são POPs: BASQUIAT, BLU e BANSKY. Basquiat fez muito sucesso principalmente nos anos 80, tendo recentemente(2005) ganhado uma exposição no MOCA de Los Angeles. Basquiat teve uma ascensão rapida e surpreendente, saindo da marginalidade para as mais altas rodas da arte, chegando ate ter um caso com a Madonna. Mas deixou a vida cedo, morrendo jovem aos 28 anos de overdose, de uma mistura de cocaína e heroína. Ganhou um filme em 1996 que conta sua história, e nos mostra a maneira como criava suas obras: terrivelmente drogado, mas aberto as experiencias e as visões. Seu traço é confuso e caótico, mistura cores muito fortes com muito realce preto, criando obras cheias de detalhes e misturas.
Sobre Blu encontrei muita coisa interessante, com trabalhos bem criticos, e cheios de vida. No site oficial é possível encontrar muitas fotos de suas obras numa interface super criativa e agradável.
Mas as que mais me impressionaram foram as do Bansky, vale muuuuuuito a pena pesquisar sobre suas obras. Ainda mais pelo carater enigmatico por tras delas. Dizem que nunca foi pego e que não sabem quem é ele.
Suas obras seguem o principio do grafite: os muros, as propriedades alheias. E é caracterizada pela critica a sociedade, sua hipocrisia, e suas atitudes. Tudo de uma maneira muito divertidade e que chama atenção aos olhos. Virei super fã!
http://www.banksy.co.uk/menu.html
Segue abaixo algumas de suas obras.


As 2 ultimas feitas no muro que separa a Palestina de Israel

Site sobre construção de circuitos elétricos

http://www.blikstein.com/gogo/documents/making%20sensors.html#Touch%20Sensors

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

CHRISTIAN MOELLER


Christian Moeller é um arquiteto artista que trabalha usando tecnologias para fazer com que as pessoas interajam com o ambiente arquitetônico.
O que achei mais interessante foi o "Do not touch" que da um "choquinho" nas pessoas que não respeitam o aviso. Outro muito legal é o ventilador "Daisy" que liga quando pessoas passam perto dele.
A visita ao site ajudou para poder ter mais algumas ideias complementares a nova propostas passada pelos professores, que é a criação de um objeto interativo que aumente suas relações com funções do dia-a-dia.

OI FUTURO



Uma visita excepcional,recomendada, e muito conhecimento, ou seria divertimento?
O nome inicialmente não me agradou muito não: Museu das telecomunicações. Museu. Já estava meio traumatizada com a palavra graças a Seu Sami. Mas depois desse, nossa! Amo Museus! Ainda mais se forem interativos e ao mesmo tempo modernos. Museus modernos.
A visita ao da Oi foi ótima. Muito agradou a estética do lugar, como foram expostas as peças(telefones), e o poder da interatividade. Primeiro por que você escolhe o que ouvir e quando ouvir, podendo parar o áudio dos vídeos escolhidos e partir para um próximo. Isso sem contar na cabine de telefone antiguissima, amei os vídeos dela! As telefonistas do passado ouviam cada coisa, nossa! E os modelos de celulares, como o tempo passa rápido, e as coisas mudam mais ainda. Na visita também é possível conhecer a historia do telefone, desde sua invenção. Ver originais e réplicas de modelos novos e antigos de aparelhos e de orelhões.
Outra parte ótima é a sala dos profetas. Só o clima que a sala cria meio A.I. (aquele filme do menino robô que queria virar gente e vai consultar o "Einstein" numa cabine) retrô cartomante é maravilhoso, e as mensagens são otimas! Vale super a pena ouvir o maior número possível delas.
Isso sem contar que na entrada do espaço você tem acesso a inúmeros livros sobre instalações, cinema, fotografia, videos e arte, e a internet bastando apenas um simples registro.
O Museu também oferece alguns cursos e palestras abertos ao publico. O funcionamento é de segunda a sexta das 11h as 17h e de 15h as 16h nos finais de semana. Maiores informações no site: http://www.oifuturo.org.br/oifuturo.htm#/espacocultural/bh/

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Panorama Praça ABC

Inicialmente o nome da Praça era 7 de setembro, e o da atual Praça 7, 12 de outubro, porém como foi feito um monumento em homenagem a idependência (o "pirulito") e colocado na praça 12 de outubro, resolveram inverter os nomes da praças, trocando de 12 de outubro pra 7 de setembro e vice-versa. Atualmente a praça se chama Benjamim Guimarães, mas é mais conhecida como Praça ABC, por causa da padaria que fica em uma de suas esquinas. Na outra encontramos outra padaria super tradicional, com um certo ar "cinquentinha". Isso sem contar no Bar da Dalva, que presta uma homenagem a Dalva de Oliveira, famosa cantora de rádio dos anos 40 e 50. No repertório do bar estão alguns tipo de música que o caracterizam bem como o chorinho e o samba. Outro estabelecimento encontrado na "Praça", que na verdade é dividida em 4 espaços com alguns poucos bancos de concreto e madeira, nas bordas dos canteiros, é o Rei dos Brinquedos, temos também uma Igreja e algumas lanchonetes.
Como praça mesmo ela não se parece, mas as vezes nos seus cantinhos encontramos coisas bem características como pessoas descansando na hora do almoço, aproveitando a sombra, ou dormindo, como vi muitos garis que estavam por lá.
A Praça encontra-se no cruzamento das Avenidas Afonso Pena , Getúlio Vargas e da Rua Claudio Manuel.